... a diferença não faz sentir
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A certa altura a narradora da história pergunta no que consiste a liberdade. Mas não encontrou ninguém que entendesse o que ela não pode explicar. Talvez pudesse contar, se mudasse a forma. Com os olhos sorrindo disse saber do sol.
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Si alguna vez me curaré de sentir
Tampouco soy yo a saber
Se o acaso tivesse conferido algum direito
Não seria saber habilidade
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A tua mão plumamente colocada
Sob o peito foi um baque
Do fardo das emoções secretas
Tens agora a mãozinha para contornar
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Nunca antes ocorrera imitar a rosa
Não tivesse sido pelo desencontrado
Quiero más
Quiero más
Quiero más
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O espírito errante do poeta louco
Me hace creer que el loco soy yo
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Para quem tanto verso sem gerúndio
O corpo vive ao menos parado
Livrai-me algum dia por supuesto sem saber
Concreta é a sina da formiga de buraco em buraco
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O poeta não sou eu o poeta é você
Tudo sabe tudo sente senhor do silêncio
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Tengo sueño sede sexo saudade
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Se por aqui estoy aclamando o juízo
Não se diz que não saber é calmaria
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Sabes que lo que sientes de amor no falta
Enquanto haja el amor y locura
De onde esteja possa farejar
Prestame tu corazón y te daré mi reino
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