Não é preciso ir muito longe para descobrir que na maioria das vezes os lugares mais lotados de gente são também os mais solitários.
Vivendo e trabalhando na cidade mais populosa do mundo, Tokyo, o artista Keita Morimoto revela o contraste desta experiência através de representações cinematográficas de cenas renderizadas em tinta acrílica e óleo.
Um trabalho primoroso feito com
tecnologia
talento
sensibilidade
"Encontrar e conhecer pessoas na cidade, e obeservar como um lugar tão vibrante ainda pode isolar tantas pessoas, influenciou profundamente o meu trabalho."
A face sombria do isolamento é apontado por KM com um jato de luz certeiro
(para a quase insignificante)
substância de vida existente na cena do confronto
Como é a sua relação com o silêncio?
com a cidade?
com a estranha sensação de alívio?
num passe de mágica
as cortinas se fecham
para esconder o vazio
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(via)





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